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As barreiras de entrada e a baixa competitividade das empresas de controle de pragas no Brasil.

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Photo by Max Böhme on Unsplash

Quando falamos em aspectos que fazem um mercado se desenvolver, se comparado a outros mercados, além de analisarmos fatores como regionalização, nível da economia, grau de tecnologia entre outras variáveis, devemos nos atentar à possíveis barreiras de entrada, assim como a competitividade, e os níveis de qualidade de serviço deste mercado.

Neste artigo iremos abordar principalmente estes três últimos fatores, ou seja, barreiras de entrada, a competitividade e os níveis de qualidade do serviço.
Barreira de entrada significa a dificuldade ou as condições que algum agente ou organização precisa resolver ou aceitar para começar a atuar num determinado segmento ou mercado.

Elas são divididas em três categorias básicas:

Financeiras, técnicas e legais.

Quando falamos do mercado de controle de pragas, as categorias técnicas e legais são condições “sine qua non”, ou seja, não só são necessárias como são pré-requisitos para garantir a segurança de todos.

Sendo assim, vamos argumentar apenas do aspecto financeiro dessa barreira.

De acordo com a pesquisa análise setorial da PHCFoco, empresa especializada em pesquisa e dados do setor de controle de pragas no Brasil, o perfil das empresas que atuam neste mercado é:

92% delas possuem o controle de pragas o principal negócio, 64,45% possuem de 10 a 29 anos de existência e 57,78% delas possui de 4 a 19 colaboradores.

Fonte: http://www.analisesetorial.com.br/ Pesquisa gestão e tecnologia – Resultados 1 e 2 dados abertos

Apesar de ser empresas que já possuem anos de existência, quando o assunto é faturamento, a maioria se enquadra como ME ou EPP, sendo caracterizadas como empresas pequenas e médias.

Dito isto, a dificuldade de fluxo de caixa para a grande maioria delas é um ponto importante e se caracteriza como o principal motivo que as impedem de acessar os grandes contratos, pela necessidade de compra de vários equipamentos, como armadilhas luminosas, por exemplo e ter de cedê-los aos clientes no regime de comodato, que nada mais é do que um aluguel deles, descasando o fluxo de caixa. Desta forma, as empresas acabam por financiar esses contratos com recursos próprios na expectativa de que eles durem um longo período.

Além disso, existe alguns grandes contratos com prazos de pagamentos demasiadamente altos, fazendo com que estas empresas menores tenham um desembolso de capital com pagamento de salários e insumos, em média muito menor do que o prazo de recebimento das mensalidades do contrato.

Em relação à concorrência, as barreiras de entrada citadas anteriormente reduzem significativamente a competitividade em nesses grandes contratos, fazendo com que pouquíssimas empresas possam competir em pé de igualdade por eles. Isso na grande maioria das vezes faz com que o cliente final, por falta de competitividade, pague um valor acima do valor justo de mercado para esse tipo de serviço.

Portanto, uma possível solução para esse problema seria adequar a oferta a demanda desses serviços, inserindo mais empresas para concorrerem em pé de igualdade as demais, reduzindo o preço e mantendo ou aumentando a qualidade dos serviços prestados.

A fim de baratear seus custos, na grande maioria das vezes, estas empresas acabam contratando profissionais e fazendo um treinamento muito ineficaz, as vezes nem o faz e isso implica diretamente na qualidade dos serviços prestados que na média oscila entre o razoável e o bom.

A pergunta de um milhão de dólares é: como melhorar isso?

A resposta não é simples, mas um caminho seria aumentar a transparência e o profissionalismo do setor, padronizando as informações para obtenção dos orçamentos, assim como classificando os fornecedores de acordo com sua trajetória, certificações, NPS dos serviços e nível de preço, claro.

Isso é o que fazemos na greenddt. Ajudamos os parceiros a competir em pé de igualdade com os grandes players desse mercado, reduzindo as barreiras de entrada através de acordo comerciais com grandes fabricantes de pesticidas e equipamentos a fim de que nossos parceiros possam prosperar e investir cada vez mais na capacidade técnica de seus colaboradores e assim oferecer produtos e serviços de mais qualidade a um preço mais competitivo.

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